Tag: fabula

2jan

Sobre métricas de vendas

Antes de tomar decisões, é importante que você meça sua atividades

Dizem que existiu um lenhador muito dedicado. Ele acordava muito cedo para ir até a floresta e chegava muito tarde em casa.
Este lenhador também era conhecido por ter uma raposa de estimação. Os vizinhos e familiares sempre condenaram aquele bicho.
Diziam que uma raposa é um bicho traiçoeiro.
O lenhador dizia que a tinha pegado para criar ainda filhote. E a raposa era obediente como um cachorro labrador.
Mesmo assim, todos diziam que a raposa ainda traria desgraça para família.
Certa vez, o lenhador chegou em casa após um longo dia de trabalho e viu a raposa o esperando na porta de casa toda sorridente e com a bocha cheia de sangue. Ele achou que a raposa tinha comido seu filhinho que tinha nascido há poucos meses. Não pensou duas vezes. Deu uma machadada na cabeça da raposa e a matou. Quando entrou na casa, percebeu que seu filho estava no berço são e salvo enquanto uma cobra estava toda despedaçada no chão.
A raposa tinha salvado a criança. Depois disso, o lenhador enterrou a raposa e o machado. E nunca mais quis trabalhar. O lenhador não tomou a melhor decisão porque não tinha uma visão mais abrangente da situação.
Se você trabalha com vendas, precisa ter métricas. Medir as suas atividades. Como por exemplo, quantos clientes, entram na loja, quantas ligações telefônicas você tem feito por dia, quantas vezes por dia está oferecendo produtos adicionais. Somente tendo métricas, será possível tomar as melhores decisões.

metricas-de-vendas-com-leandro-branquinho-palestrante

Produção: Leandro Branquinho – Especialista em Vendas

25mar

A fábula da carpintaria

Dizem que na carpintaria aconteceu uma reunião esquisita.
As ferramentas se encontraram para tirar as suas diferenças:

Martelo: Disseram que ele teria que renunciar. Sabe por quê? Ele fazia muito barulho. E a maior parte do tempo, golpeava com agressividade.

Parafuso: Também deveria ser expulso. Disseram que ele sempre dava muitas voltas para chegar ao ponto.

Lixa: Exigiram que também saísse. Afinal de contas era muito áspera em seu tratamento e todas as vezes que alguém chegava perto era atrito na certa.

Metro: Concordaram que também não poderia ficar. O metro ficava medindo os demais segundo sua medida, como se fosse o único perfeito.

Enfim, cada um até concordava que tinha defeito, mas também exigia que o outro saísse.

Pois é. A reunião não ia bem, quando de repente, surge o Marceneiro.
Ele colocou o avental e iniciou o trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a grossa madeira inicial se transformou em um lindo móvel.

Quando o Marceneiro deixou a carpintaria, a reunião recomeçou. Disse o serrote que era o mais sábio:
“Senhores, todos nós temos defeitos. Porém, o carpinteiro trabalha com nossas qualidades. Isto é o que nos faz valiosos. Assim, vamos superar nossos pontos negativos e nos concentrarmos na utilidade de nossos pontos positivos.

Todos concluíram então que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para afinar e limar a aspereza, e observavam que o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então uma equipe especial.

Porque sabiam como ninguém produzir móveis de qualidade.

Leandro Branquinho

Compartilhe no Facebook

© Leandro Branquinho 2017, All Rights Reserved